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A gestão de KPIs para gerar valor no seu negócio

29 de maio de 2025 13 min.
A gestão de KPIs para gerar valor no seu negócio

No mundo corporativo atual, onde cada decisão pode impactar significativamente os rumos de um negócio, o uso de KPIs se tornou indispensável. Eles são como uma bússola que direciona empresas em meio à complexidade do mercado, facilitando escolhas baseadas em dados concretos e não apenas em percepções.

Mas, para que os KPIs realmente cumpram o seu papel, é fundamental compreender o que eles são, como são construídos e, principalmente, quais são os mais relevantes para o seu tipo de negócio. Usar indicadores genéricos ou sem alinhamento com os objetivos estratégicos pode, na verdade, atrapalhar mais do que ajudar.

Neste artigo, vamos explorar o conceito de KPIs, suas diferenças em relação a outras métricas, como escolhê-los e apresentar os 10 principais indicadores KPIs que nenhuma companhia pode ignorar.

O que são KPIs?

KPIs (Key Performance Indicators), ou Indicadores-Chave de Desempenho, são métricas utilizadas para medir a performance de processos, projetos, equipes ou da organização como um todo. Eles permitem acompanhar o progresso em relação a metas estratégicas, facilitando a identificação de oportunidades de melhoria e ajustes necessários.

Ao estabelecer KPIs claros, as empresas conseguem alinhar todos os envolvidos em torno dos mesmos objetivos, acompanhar os resultados e direcionar esforços para o que realmente gera valor. Não se trata apenas de medir por medir, mas de usar essas informações para evoluir continuamente.

Qual a importância dos KPIs?

Os KPIs são fundamentais para guiar as decisões estratégicas e operacionais com embasamento. Eles oferecem visibilidade sobre o que está funcionando, o que precisa ser melhorado e onde estão os gargalos que comprometem o desempenho do negócio.

Através da análise de KPIs, é possível impulsionar o crescimento, melhorar a eficiência e garantir a sustentabilidade das operações. Sem esses indicadores, empresas correm o risco de tomar decisões baseadas em suposições, o que pode comprometer resultados importantes.

Qual a diferença entre KPIs e métricas?

Embora os termos sejam frequentemente usados como sinônimos, KPIs e métricas comuns têm funções diferentes. Todo KPI é uma métrica, mas nem toda métrica é um KPI. Métricas representam dados brutos sobre alguma atividade, enquanto os KPIs estão diretamente ligados a metas estratégicas e resultados de impacto para o negócio.

Por exemplo: o volume total de despesas mensais da empresa é uma métrica. Esse dado mostra o quanto está sendo gasto, mas por si só não revela se isso está alinhado com os objetivos do negócio. Já o percentual de redução de custos operacionais em relação ao orçamento previsto pode ser considerado um KPI. Este indicador está diretamente conectado a uma meta estratégica de eficiência e controle financeiro.

Como escolher os KPIs ideais para o seu negócio

A escolha dos principais KPIs deve ser feita com base em um processo reflexivo e estratégico. Não adianta replicar indicadores de outras empresas sem considerar o contexto e os objetivos específicos da sua organização.

Confira abaixo os principais critérios para fazer boas escolhas:

Alinhamento com objetivos estratégicos

Cada KPI precisa estar vinculado a uma meta clara e relevante. Isso garante que os esforços estejam direcionados para resultados que realmente importam, como crescimento da receita, satisfação do cliente ou redução de custos. KPIs mal definidos ou genéricos correm o risco de gerar esforços desalinhados.

Além disso, esse alinhamento facilita a comunicação interna. Quando todos compreendem o "porquê" de cada indicador, fica mais fácil engajar os times na busca por melhoria contínua.

Personalização por área ou setor

Um dos maiores erros ao definir KPIs é utilizar os mesmos para todas as áreas da empresa. O setor financeiro, por exemplo, vai priorizar indicadores como margem de lucro e ROI. Já o time comercial vai se concentrar em taxa de conversão e CAC.

Entender essas especificidades é fundamental para garantir que cada equipe esteja monitorando o que realmente faz diferença no seu dia a dia e contribuindo para os resultados globais da empresa.

Periodicidade e revisões constantes

KPIs não são estáticos, eles devem ser periodicamente avaliados e ajustados conforme os objetivos da empresa evoluem, o mercado muda e novas prioridades surgem. Um indicador que era essencial há dois anos pode não fazer mais sentido no cenário atual. Mas além dessa revisão constante, é fundamental garantir que cada KPI esteja sustentado por métricas quantitativas bem definidas. Embora pareça óbvio, muitas empresas ainda usam KPIs vagos ou puramente qualitativos, o que dificulta a análise e a tomada de decisão.

Todo KPI precisa ter uma métrica associada, com ranges claros de desempenho que indiquem se o resultado está bom, aceitável ou crítico. É o que chamamos de sistema de “faróis”: verde para resultados satisfatórios, amarelo para atenção e vermelho para alerta. 

Esses parâmetros variam de acordo com o contexto da empresa e do setor, por exemplo, um EBITDA de 10% pode ser excelente em um segmento e insuficiente em outro. Definir esses limites é essencial para interpretar corretamente os indicadores e garantir que eles orientem o negócio com precisão e relevância.

>Saiba mais: Automatização de atividades: como reduzir trabalho e otimizar a rotina do seu negócio

Quais são os tipos de KPIs que você pode usar?

Os KPIs podem ser classificados em diferentes tipos, de acordo com a sua função e nível de profundidade. Entender essas diferenças ajuda a montar um conjunto de indicadores equilibrado e completo:

KPIs primários

Esses indicadores são usados para medir diretamente se uma meta foi alcançada. São os que oferecem uma visão macro do desempenho da empresa em relação a seus objetivos. Um exemplo clássico é a redução do CAC.

Se o objetivo é diminuir o custo de aquisição de clientes, o KPI primário indicará exatamente quanto esse valor foi reduzido e se a meta foi cumprida.

KPIs secundários

Complementam os primários, oferecendo mais detalhes sobre como o desempenho está sendo atingido. No caso do CAC, o KPI secundário pode ser o custo por canal de aquisição ou o tempo de conversão do lead.

Eles ajudam a entender o contexto por trás dos resultados e apontam caminhos de ajuste mais precisos.

KPIs práticos

Conhecidos também como terciários, esses indicadores estão ligados a tarefas operacionais. Servem para medir a eficiência de ações específicas e ajudam a corrigir rotas no curto prazo.

São ótimos aliados para manter a consistência das entregas e melhorar continuamente os processos internos.

Conheça os 10 KPIs que nenhuma companhia pode ignorar

Agora que você já compreendeu a importância e os tipos de KPIs, chegou a hora de conhecer os mais relevantes para qualquer organização que busca crescimento sólido e previsível.

Abaixo separamos os 10 principais KPIs que você deve acompanhar:

1. Receita da empresa

A receita é um dos indicadores mais fundamentais e importantes, pois representa o valor total obtido com a venda de produtos ou serviços em determinado período. Monitorar esse número é essencial para entender a capacidade de geração de valor da empresa e seu desempenho no mercado.

Além disso, analisar a receita permite identificar tendências, sazonalidades e oportunidades de expansão. Quando combinada com outros KPIs, como custos e lucros, oferece uma visão clara da saúde financeira do negócio.

2. Lucro bruto

Muitas pessoas confundem custos com despesas, mas eles têm papéis distintos na análise financeira da empresa e estão ligados a diferentes KPIs. Os custos referem-se diretamente à produção de bens ou serviços, como matéria-prima, mão de obra e frete, e são usados para calcular o Lucro Bruto — um KPI fundamental que mostra quanto sobra da receita após a dedução do Custo dos Produtos Vendidos (COGS).

Ao acompanhar o Lucro Bruto, a empresa consegue avaliar a eficiência de sua produção e identificar oportunidades de melhoria na precificação, nos processos produtivos e na gestão de fornecedores. Isso contribui para uma operação mais enxuta e rentável, fortalecendo a competitividade do negócio.

3. EBITDA

Já as despesas estão relacionadas ao funcionamento da operação, incluindo áreas como marketing, administração, tecnologia e infraestrutura. Elas são consideradas no cálculo do EBITDA (Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização), um dos principais indicadores de desempenho operacional e geração de caixa da empresa.

Monitorar o EBITDA permite uma visão mais clara da eficiência operacional e da capacidade de geração de recursos. Com base nessa métrica, é possível identificar gargalos, otimizar o uso de recursos e garantir que os investimentos estejam alinhados com a estratégia do negócio. Isso facilita a tomada de decisões mais assertivas, reduz desperdícios e contribui para a saúde financeira da operação.

4. Margem de lucro líquido

A margem de lucro líquido mostra quanto a empresa realmente ganha após deduzir todas as despesas e impostos. É um dos principais indicadores de rentabilidade, pois revela o que sobra no caixa ao final de cada ciclo de faturamento.

Uma boa margem indica que a empresa está sendo eficiente na gestão de seus recursos e gerando valor para os acionistas. Já uma margem apertada pode ser um alerta para rever preços, custos ou processos.

5. Fluxo de caixa operacional

O Fluxo de Caixa Operacional é um KPI essencial para avaliar a liquidez da empresa, pois mostra quanto dinheiro é gerado pelas atividades principais do negócio, como vendas e prestação de serviços, em um determinado período. Diferente do lucro contábil, esse indicador revela a real capacidade da empresa de manter suas operações com os próprios recursos, sem depender de financiamentos ou aportes externos.

Ao acompanhar o FCO, a gestão consegue identificar se o negócio está saudável financeiramente no curto prazo, com condições de honrar compromissos e investir em crescimento. Um fluxo positivo indica estabilidade e resiliência, enquanto um fluxo negativo pode sinalizar problemas de liquidez e necessidade de revisão nos processos operacionais ou estratégicos.

6. Custo de aquisição de clientes (CAC)

O CAC mede quanto a empresa gasta, em média, para conquistar um novo cliente. Isso inclui investimentos em marketing, vendas e outros esforços de captação. É essencial para entender a eficiência da estratégia comercial.

Se o CAC estiver alto, pode indicar que o processo de aquisição está caro ou ineficiente. Por outro lado, um CAC controlado, combinado com um bom LTV (valor do tempo de vida do cliente), revela uma operação saudável.

7. Taxa de churn (Churn Rate)

A taxa de churn mostra o percentual de clientes que deixaram de consumir com a empresa em um determinado período. Esse KPI é especialmente importante em negócios com receita recorrente, como SaaS ou assinaturas.

Um churn elevado pode indicar insatisfação, problemas no atendimento ou falhas no produto/serviço. Já uma taxa baixa mostra fidelização e valor percebido pelo cliente, sendo um bom sinal para a sustentabilidade do negócio.

8. Índice de satisfação do cliente (CSAT ou NPS)

Medir a satisfação do cliente é crucial para entender como o mercado percebe a marca, os produtos e o atendimento. O CSAT (Customer Satisfaction Score) e o NPS (Net Promoter Score) são as formas mais comuns de avaliação.

Esses indicadores ajudam a identificar pontos fortes e fracos da experiência do cliente. Quando utilizados de forma consistente, permitem melhorias contínuas e fortalecem a reputação da empresa.

9. Taxa de conversão de vendas

A taxa de conversão mostra quantas oportunidades (leads) se transformam efetivamente em clientes. É um KPI essencial para avaliar a eficácia das estratégias comerciais e de marketing.

Acompanhar essa taxa permite entender se os leads gerados são qualificados, se o funil de vendas está bem estruturado e onde estão as perdas. Otimizar a conversão pode significar aumento de receita sem aumento de custo.

10. Retorno sobre investimento (ROI)

O ROI calcula o quanto a empresa ganha em relação ao que investe, seja em campanhas de marketing, aquisição de tecnologia ou treinamentos. É um dos indicadores mais usados para avaliar a viabilidade de ações estratégicas.

Com o ROI, é possível tomar decisões baseadas em resultados reais, priorizando os investimentos mais lucrativos. Um bom ROI indica que a empresa está aproveitando bem seus recursos e obtendo retorno positivo das iniciativas.

Como a BPI pode ajudar sua empresa a transformar dados em performance

Antes de pensar em automatizar, é fundamental estruturar a gestão com base em uma estratégia clara. É exatamente nesse ponto que a BPI Consultoria entra, oferecendo uma abordagem robusta por meio da metodologia Balanced Scorecard (BSC) — ideal para empresas de médio e grande porte que enfrentam desafios como baixa rentabilidade, desalinhamento organizacional e cultura pouco orientada a resultados.

O BSC permite desdobrar metas estratégicas em todos os níveis da organização, conectando temas críticos como aumento de receita, redução de custos e eficiência operacional. A partir dessa estrutura, a empresa passa a trabalhar com metas claras, indicadores bem definidos (KPIs) e planos de ação com responsáveis e prazos determinados, criando uma base sólida para o monitoramento de performance.

Com os KPIs estratégicos definidos e alinhados aos objetivos do negócio, agora é hora de dar o próximo passo: automatizar o acompanhamento e transformar dados em decisões inteligentes. É nesse momento que a BPI Tech se torna um diferencial estratégico.

Com dashboards customizados, a BPI Tech permite que sua empresa acompanhe indicadores críticos de forma visual, intuitiva e automatizada. Isso acelera a tomada de decisão e aumenta a capacidade de resposta frente aos desafios do dia a dia.

Além disso, os fluxos de ETL desenvolvidos pela BPI Tech garantem que os dados estejam sempre atualizados, consistentes e integrados a fontes confiáveis, fortalecendo a base analítica da empresa e dando suporte a decisões realmente orientadas por dados.

Se você quer repensar seus KPIs, estruturar a gestão com foco em performance e elevar o nível da sua análise de dados, agende uma conversa com os especialistas da BPI Consultoria e da BPI Tech. Juntas, essas soluções unem estratégia, tecnologia e execução para transformar a forma como sua empresa gera resultados.

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    A tecnologia na gestão das empresas está cada vez mais presente nas decisões que definem o sucesso ou o fracasso dos negócios. Você já pensou em como aproveitar melhor os dados da sua organização para tomar decisões mais inteligentes e estratégicas?

    Gerenciar uma empresa hoje exige acesso rápido a informações precisas e a capacidade de interpretar esses dados para agir com agilidade. Neste artigo, vamos mostrar como usar dados de forma inteligente para melhorar a tomada de decisões e alcançar melhores resultados.

    Qual é a importância da tecnologia na gestão empresarial?

    A transformação digital mudou profundamente a forma de gerenciar e a tecnologia na gestão das empresas passou a ser fundamental para definir estratégias e alcançar resultados consistentes. Com o volume de dados crescendo exponencialmente, saber extrair valor dessas informações diferencia quem cresce de forma sólida daqueles que apenas reagem às mudanças do mercado.

    De acordo com a McKinsey, empresas que investem em tecnologia para inovar seus produtos, serviços e modelos de negócio não só competem melhor, mas criam mercados novos e impulsionam o crescimento do setor como um todo. Esse protagonismo na inovação, guiado por informações precisas, é o que garante vantagem competitiva e sustentabilidade no longo prazo.

    Ou seja, Integrar tecnologia na gestão das empresas permite conectar áreas distintas, otimizar processos e gerar insights valiosos que impactam diretamente a rentabilidade e eficiência operacional. E a inteligência de dados oferece aos gestores uma visão clara do desempenho organizacional, possibilitando decisões mais embasadas e seguras.

    Entre os principais benefícios de uma gestão orientada por dados, podemos destacar:

    Principais desafios enfrentados pelas empresas sem uma gestão orientada por dados

    Apesar das inúmeras vantagens da tecnologia na gestão das empresas, muitas organizações ainda enfrentam dificuldades por não adotarem uma abordagem orientada por dados. 

    Essa resistência ou falta de estrutura pode comprometer a eficiência e a competitividade do negócio. A seguir, exploramos os principais obstáculos enfrentados por empresas que ainda não se beneficiam da inteligência de dados.

    1. Falta de previsibilidade

    Quando a gestão não é orientada por dados, as empresas operam no escuro. A ausência de métricas confiáveis e análises consistentes impede que os gestores identifiquem padrões, antecipem riscos ou aproveitem oportunidades de mercado.

    Essa imprevisibilidade afeta diretamente como gerenciar uma empresa, tornando as decisões reativas e muitas vezes ineficazes. O planejamento estratégico se torna mais frágil, e as decisões passam a depender de suposições e intuição.

    Com a tecnologia na gestão das empresas, é possível transformar esse cenário. Ao contar com dashboards customizados e processos automatizados de coleta e análise de dados, os líderes ganham clareza para planejar o futuro com mais segurança e precisão.

    1. Decisões imprecisas

    Empresas que não contam com dados confiáveis frequentemente baseiam suas escolhas em experiências passadas, opiniões pessoais ou “achismos”. Isso pode até funcionar por um tempo, mas, em longo prazo, compromete os resultados.

    A tomada de decisões precisa ser apoiada em informações atualizadas, consolidadas e relevantes. Sem isso, as empresas correm o risco de investir recursos em projetos sem retorno, adotar estratégias desalinhadas e perder oportunidades valiosas.

    Ao integrar tecnologia na gestão das empresas, é possível cruzar dados de diversas áreas e construir uma visão completa da operação. Isso torna as decisões mais embasadas, rápidas e alinhadas aos objetivos estratégicos.

    1. Baixa integração entre setores

    A falta de integração entre departamentos é um dos grandes entraves na gestão de empresas. Informações isoladas, retrabalho e comunicação ineficiente dificultam a colaboração e prejudicam o desempenho.

    Quando não há troca de dados em tempo real, decisões que deveriam ser simples se tornam demoradas e imprecisas. A empresa perde agilidade e tem dificuldade para responder às demandas do mercado com velocidade.

    Com a tecnologia na gestão das empresas, é possível quebrar esses silos e promover a integração entre áreas. Sistemas que conectam finanças, operações, RH e comercial permitem uma atuação mais estratégica e colaborativa.

    1. Retrabalhos operacionais

    Processos manuais, planilhas desatualizadas e sistemas desconectados são uma receita para erros e retrabalho. Além de consumirem tempo, esses problemas reduzem a produtividade e aumentam os custos operacionais.

    Retrabalhos também impactam a motivação das equipes e prejudicam a confiabilidade dos dados, gerando um efeito cascata, dificultando a tomada de decisões assertivas e atrasando iniciativas importantes.

    A automação e a padronização, proporcionadas pela tecnologia na gestão das empresas, eliminam essas falhas e tornam os processos mais fluídos, confiáveis e escaláveis. O resultado é mais tempo para pensar estrategicamente e menos energia desperdiçada em tarefas repetitivas.

    > Você também pode se interessar: KPIs: conheça os 10 indicadores que nenhuma companhia pode ignorar

    Como usar dados para tomar decisões mais inteligentes

    Adotar uma abordagem orientada por dados não é mais uma escolha, é uma urgência para qualquer gestor que busca crescimento sustentável. A seguir, vamos explorar como transformar dados em decisões inteligentes na prática.

    Do dado bruto ao insight: 

    O primeiro passo é coletar os dados certos. Isso significa integrar informações de diferentes fontes — sistemas internos, ERPs, CRMs e planilhas — de forma organizada. É aqui que entram os fluxos de ETL (Extração, Transformação e Carga), que estruturam os dados para análise.

    Na sequência, as ferramentas de BI (Business Intelligence) e dashboards transformam essas informações em visualizações interativas e compreensíveis. Assim, é possível identificar padrões, acompanhar indicadores em tempo real e tomar decisões com agilidade.

    A tecnologia na gestão das empresas permite que gestores deixem de apenas reagir a problemas e passem a atuar de forma preditiva. Isso fortalece a tomada de decisões com base em evidências, não em suposições.

    Indicadores estratégicos e operacionais: 

    Não basta ter dados, é preciso saber o que medir. Alguns dos principais KPIs (indicadores-chave de desempenho) incluem:

    Esses indicadores tornam a gestão mais estratégica, permitindo ajustes rápidos e melhorias contínuas. Eles são essenciais para quem busca excelência em como gerenciar uma empresa de forma moderna e eficiente.

    Análise preditiva: antecipando cenários e oportunidades

    A análise preditiva utiliza algoritmos e modelos estatísticos para prever comportamentos futuros com base em dados históricos. Essa abordagem é ideal para identificar riscos, ajustar rotas e capturar oportunidades antes da concorrência.

    Empresas que integram tecnologia na gestão das empresas com foco em previsão conseguem reduzir custos, planejar estoques com mais precisão e investir nos canais certos no momento certo.

    Tomada de decisão em tempo real: 

    A velocidade da informação é um fator-chave no ambiente de negócios atual. Dashboards com dados em tempo real permitem agir rapidamente diante de imprevistos ou mudanças no mercado.

    Ao implementar esse nível de inteligência, a tomada de decisões se torna mais ágil, estratégica e competitiva. É uma vantagem decisiva para quem deseja crescer de forma estruturada.

    Estratégias para integrar tecnologia e inteligência de dados à gestão

    Para garantir que a tecnologia se torne parte do DNA da empresa, é essencial adotar uma abordagem estruturada e estratégica. A seguir, veja dois pilares fundamentais nesse processo.

    Automatização de processos e integração de sistemas

    A automatização elimina tarefas repetitivas e reduz falhas humanas, enquanto a integração conecta áreas que antes trabalhavam de forma isolada. Isso gera ganhos de eficiência e melhora a fluidez dos processos.

    Ao adotar tecnologia na gestão das empresas, os líderes têm uma visão holística do negócio, o que permite decisões mais rápidas e embasadas.

    A importância da cultura orientada a dados dentro das organizações

    Mais do que implantar ferramentas, é preciso criar uma cultura que valorize os dados. Isso envolve capacitar as equipes, revisar processos e estimular o pensamento analítico.

    Empresas que promovem essa mudança cultural colhem resultados mais consistentes e constroem uma base sólida para o futuro. Afinal, como gerenciar uma empresa com sucesso sem confiar nos próprios dados?

    Como a BPI Consultoria ajuda empresas a tomarem decisões mais inteligentes com dados

    Nós da BPI Consultoria entendemos que adotar tecnologia na gestão das empresas vai muito além da escolha de ferramentas — é sobre gerar valor real e sustentável. Por isso, desenvolvemos a BPI Tech, uma frente especializada em transformar dados em decisões com impacto direto nos resultados.

    Entre as soluções que oferecemos, estão:

    Nosso time une vivência prática com expertise metodológica para entregar soluções personalizadas, com foco em resultados financeiros e aumento da maturidade gerencial.

    Se sua empresa quer usar dados de forma mais estratégica e evoluir na tomada de decisões, fale com a gente. Vamos juntos transformar dados em valor real para o seu negócio.

    Dúvidas Frequentes:

    1. Como a tecnologia pode melhorar a tomada de decisões nas empresas?

    A tecnologia organiza, integra e analisa dados, permitindo decisões mais rápidas, precisas e alinhadas aos objetivos estratégicos da empresa.

    1. Quais ferramentas são mais indicadas para uma gestão orientada por dados?

    Ferramentas como BI, dashboards customizados e fluxos de ETL são essenciais para transformar dados em insights e melhorar a gestão empresarial.

    1. Por que integrar diferentes setores com tecnologia é tão importante?

    A integração elimina silos de informação, melhora a comunicação interna e acelera os processos, tornando a empresa mais ágil e eficiente.